A História de Eloi D’avila de Oliveira







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Eloi D’Avila de Oliveira De Menino de Rua à Megaempresário Eloi D’Avila de Oliveira nasceu na cidade de Rio Negro, no Rio Grande do Sul, em uma família pobre. O 14º filho, de um casal que teve 15 filhos, Eloi perdeu a sua mãe aos 3 anos de idade. Naquele momento,">







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Eloi D’Avila de Oliveira De Menino de Rua à Megaempresário Eloi D’Avila de Oliveira nasceu na cidade de Rio Negro, no Rio Grande do Sul, em uma família pobre. O 14º filho, de um casal que teve 15 filhos, Eloi perdeu a sua mãe aos 3 anos de idade. Naquele momento,">[Infográfico] A História de Eloi D'avila de Oliveira – Engrandece.com

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Eloi D’Avila de Oliveira
De Menino de Rua à Megaempresário

Eloi D’Avila de Oliveira nasceu na cidade de Rio Negro, no Rio Grande do Sul, em uma família pobre. O 14º filho, de um casal que teve 15 filhos, Eloi perdeu a sua mãe aos 3 anos de idade. Naquele momento, seu pai começou a distribuir as crianças entre familiares e conhecidos.

Eloi ficou com a irmã mais velha, e foi criado em uma casa onde convivia com o alcoolismo e a violência de seu cunhado.

Aos 8 anos de idade, Eloi decidiu fugir de casa para escapar da violência que sofria do cunhado alcoólatra. Por meio de várias caronas, acabou chegando em São Paulo, onde pretendia dar início a uma nova fase de sua vida. Mas muitas vezes, Eloi conta que, no viaduto do chá, ele olhava para baixo e pensava em se jogar.

Um dia, enquanto transitava pela Praça da Sé, Eloi conheceu um senhor e contou para ele toda sua história. Caridoso, o aposentado que se chamava Manuel deu um trabalho para o menino em sua própria casa. Eloi ficou lá até completar 11 anos de idade. Mas em um dado momento, Eloi foi pego e enviado de volta para seu estado de origem pelo Juizado de Menores.

Logo após regressar, Eloi fugiu de novo. Durante um período, se dedicou ao ofício de engraxate e de vendedor ambulante para juntar algum dinheiro.

Depois de um tempo, já com 12 anos de idade, Eloi resolveu se mudar para o Rio de Janeiro com outros 2 colegas. Lá, sua vida continuou sendo difícil, ele lavava carros e trabalhava como guardador de veículos nas regiões próximos ao Hotel Copacabana Palace.

Com o tempo, Eloi ganhou a confiança dos hóspedes do hotel e acabou conhecendo a fundadora da empresa Stella Barros Turismo, conhecida como “vovó Stella”. Afeiçoada por ele, Stella Barros ofereceu um emprego de motoboy ao menino e permitiu que Eloi dormisse no sofá do escritório da agência. Na empresa, Eloi aprendeu conceitos primários do mercado.

O primeiro salário de Eloi não foi pago em dinheiro. Ao invés disso, ele foi presenteado com um tratamento dentário para recuperar os dentes que havia perdido por ter sido agredido por um ex-chefe. Em entrevistas, Eloi relata que se tratava de um padeiro que não o perdoou por acidentalmente derrubar os pães em uma padaria onde ele trabalhou enquanto pedia caronas.

Aos 17 anos, Eloi voltou para São Paulo para ajudar sua irmã que havia decidido se estabelecer na cidade juntamente com seus 6 filhos. Todos se mudaram para um cortiço no bairro da Barra Funda e Eloi arranjou um emprego no Banco Bradesco.

Depois de 3 anos, Eloi se casou e se mudou com sua esposa para um pequeno apartamento. Naquela época, além do emprego no Bradesco, Eloi também trabalhava para a LAP, Linhas Aéreas Paraguaias, e ficava até meia-noite na rodoviária atuando como fiscal de plataforma.

Um dia roubaram o fusca de Eloi, fazendo com que o pai de sua mulher quisesse leva-la embora devido às grandes dificuldades pelas quais o casal estava passando. Ambos se mudaram para a casa do sogro e Eloi continuou trabalhando nos 3 empregos.

Após o nascimento do primeiro filho, Eloi e sua nova família saíram da casa do sogro para morar em um apartamento que ele havia alugado. Naquele momento, Eloi era diretor de vendas da LAP, mas devido às más condutas da empresa, ele decidiu deixar a companhia – após já ter sido mandado embora por 4 vezes. Foi então que, naquele momento, Eloi decidiu empreender.

Enquanto atuou como funcionário da Stella Barros Turismo, Eloi se nutriu de informações sobre o setor. Um dia, andando desesperado pelas ruas, Eloi encontrou um hoteleiro para quem ele vendia quando estava empregado. O hoteleiro conseguiu que Eloi atuasse como seu representante no Brasil.

Em uma sala emprestada dentro de um hotel, Eloi abriu o seu próprio escritório. No ano de 1974, nasceu a EDO Representações, que comercializava passagens para companhias aéreas. 

Em 1979, A EDO Representações se tornou Flytour Viagens e Turismo. Com muito trabalho duro, depois de 6 anos o negócio já tinha 36 representações de grandes companhias aéreas. Mas em 1990 a empresa quase foi à falência. Para saldar as dívidas empresarias, Eloi vendeu 14 apartamentos em apenas um dia.

Em 2007 a Flytour adquiriu a American Express Business Travel Brasil e passou a se chamar Flytour American Express Business Travel.

Atualmente a empresa é chamada de Flytour Travel Solution, conta com mais de 220 unidades de negócio, 2.600 colaboradores em todo o Brasil e deve chegar em breve aos R$6 bilhões de faturamento.

Cada unidade operante da Flytour possui um sofá no hall de entrada, porque para Eloi, se trata de uma lembrança de sua origem, a qual o mantém humilde todos os dias em que ele chega e sai do trabalho.

Em 2014, Eloi D’Avila lançou oficialmente o Instituto Edo, que dá suporte a jovens carentes com idades entre 14 e 21 anos através de um plano de inclusão social no mercado de turismo, visando capacitar e inserir os jovens no mercado de trabalho.

Frases de Eloi D’Avila de Oliveira

  1. “Uma dificuldade é um desafio enorme para o aprendizado.”
  2. “Quanto mais dificuldade o empreendedor tem, mas ele vai aprender.”
  3. “Nenhuma grande estrela brilha sozinha.”
  4. “Não pense: Eu vou trabalhar com um cara que é muito bom... Pense: Eu vou ser bom igual esse cara!”
  5. “Empresas não existem, o que existem são as pessoas.”
  6. “A grande malandragem desse país é ser honesto.”
  7. “Não tenha medo de dar um passo atrás para poder dar dois passos à frente depois.”
  8. “Eu tive uma trajetória extremamente difícil, mas eu posso dizer que foi uma grande oportunidade para mim. Eu consegui fazer muita coisa, e das coisas que eu fiz, eu aprendi. Aprendi que para conseguir alguma coisa você tem que guardar sua humildade. A arrogância é a maior ignorância de alguém. E eu sempre guardo isso comigo.”
  9. “Mesmo que você não acredite totalmente no seu plano, mesmo que você não esteja totalmente convencido, mesmo que não tenha dinheiro, à medida que você põe em prática você vai se convencendo que aquilo que você planejou é possível. Se você tem a intenção e a visão, basta.”

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Sobre o autor

Rafael da Luz

Não existem limites, existe conhecimento. Você se torna capaz de alcançar qualquer sonho na vida quando aprende a se desenvolver como ser humano. O desenvolvimento pessoal é o caminho para que você realize tudo o que mais deseja na vida. Por isso, engrandeça.

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