Como se Sentir Mais Feliz: A Fonte Nº 1 da Felicidade Humana

Qual ser humano, em sã consciência, não quer ser mais feliz?

Todos nós, desde os primórdios, buscamos a felicidade. A felicidade nos preenche e nos faz perceber que a existência vale muito a pena ser vivida.

Em “Ética a Nicômaco”, Aristóteles, antigo filósofo grego, defende que a felicidade é:

  1. O maior bem desejado pelos homens.
  2. O fim das ações humanas.

Mas afinal, como se sentir mais feliz?

Esta pergunta vem tentando ser respondida há séculos por filósofos, religiosos, cientistas e outros pensadores.

A grande notícia é que agora os cientistas encontraram respostas, além de uma grande resposta, para que o ser humano seja feliz.

Agora nós sabemos como, de fato, podemos ser mais felizes.

Por isso, agora que sabemos a resposta, você não pode mais se permitir ser uma pessoa que, na maior parte do tempo, não se sente feliz.

Porque você pode intencionalmente aumentar muito o seu nível de felicidade.

Portanto, se você quiser aprender de uma vez por todas como ser mais feliz, eu vou mostrar a grande resposta para esta questão, além de outras várias atitudes também cientificamente embasadas para que você seja feliz.

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Os Dois “Eus”

Hoje, os estudos científicos mostram que existem, na verdade, dentro de cada ser humano, dois “Eus”:

  1. Eu experiencial: o eu que vive o instante presente, o eu que está agora lendo este texto, que tem uma duração aproximada de 3 segundos.
  2. Eu projetivo: o eu que pensa sobre a vida, sobre o passado e o futuro.

Do ponto de vista psicológico, pensar sobre a vida e viver são coisas completamente diferentes. E nenhuma coisa é mais importante do que a outra.

Aquelas coisas que fazem o eu experiencial feliz, não necessariamente fazem o eu projetivo feliz, e vice-versa.

É muito comum as pessoas banalizarem o conceito de felicidade.

Será que podemos comprar a felicidade em uma lata de Coca-Cola?

Por causa dessa banalização, a felicidade é constantemente associada a nos sentirmos bem, vivendo emoções positivas, como a alegria.

Um instante de felicidade é quando estamos cheios de emoções positivas e, neste caso, inundados por neurotransmissores que geram prazer.

Quando você sente prazer e está alegre, você está satisfazendo o seu eu experiencial, que está vivendo o agora, mas não necessariamente o seu eu projetivo.

Para mim, a felicidade é muito mais complexa do que meros sentimentos de alegria isolados, que são passageiros, efêmeros e puramente neuroquímicos. A felicidade engloba vários outros elementos.

A alegria e os pequenos prazeres fazem parte da felicidade, porque satisfazem o eu que vive o presente, mas por si só e isoladamente não representam a completude da felicidade.

A felicidade não é você apenas se sentir bem e se sentir alegre. A felicidade surge quando satisfazemos tanto o nosso eu experiencial como o nosso eu projetivo.

Mas então, como fazer isso?

Como se Sentir Mais Feliz

Satisfazendo o “Eu” Experiencial

1. Fluxo

O que faz o eu experiencial feliz, em primeiro lugar, é o estado de fluxo.

O fato é que o estado de fluxo é um estado de alto engajamento cerebral, que foi descoberto pelo psicólogo húngaro Mihaly Csikszentmihalyi.

Segundo Mihaly, a fluidez é o segredo da felicidade.

Quando está em fluxo, você perde a noção de tempo, se torna parte da atividade e permanece extremamente engajado naquilo que está realizando.

O estado de fluxo faz com que o seu eu experiencial seja feliz (e você só consegue perceber essa felicidade, através do eu projetivo, depois que o fluxo passa).

Portanto, você pode induzir propositalmente a felicidade entrando em estado de fluxo. Dessa forma, o seu eu experiencial será muito feliz.

Você não sabe como entrar em estado de flow?

Eu já falei sobre como você pode entrar em fluxo.

2. Viver o Presente

O eu experiencial também é satisfeito quando você vive, de fato, no momento presente.

É quando você está aqui e, de fato, vivendo aqui. É viver no agora, sem estar com a cabeça em outro lugar.

E a verdade é que o ser humano está constantemente vivendo fora do presente.

Um estudo de 2010, publicado na revista Science, mostrou que 46.9% das pessoas faziam uma atividade enquanto pensavam em outra.

O grande problema é que os pesquisadores descobriram que quando as pessoas estão aqui, mas vivendo em outro lugar, elas têm uma forte tendência de apresentarem infelicidade em relação ao momento presente.

E isso faz com que o eu experiencial seja infeliz.

Para que o seu eu experiencial seja feliz, como eu falei, você precisa estar no presente e viver no presente, sem que a sua mente vagueie.

Portanto, perceba a si mesmo e reflita: você, na maior parte do tempo, está vivendo outros lugares e momentos?

Provavelmente sim, porque isso sempre acontece conosco, pelo menos em alguns – vários – momentos, por isso você precisa aprender a viver no presente.

3. Emoções Positivas

O terceiro fator essencial para que você consiga tornar o seu eu experiencial feliz é viver emoções positivas.

As emoções positivas, logicamente, fazem com que você sinta alegria e prazer. E alegria e prazer satisfazem o seu eu experiencial.

Então, como viver emoções positivas?

Eu abordei este assunto em outro artigo, quando falei claramente sobre o que você deve fazer para ser feliz.

Mas, de qualquer maneira, existem algumas atitudes, cientificamente embasadas, que fazem você sentir alegria e viver emoções positivas:

  • Preparar e ingerir uma boa refeição;
  • Fazer exercícios físicos;
  • Assistir comédias;
  • Ouvir música;
  • Fazer sexo.

Satisfazendo o “Eu” Projetivo

1. Metas e Conquistas

O eu projetivo vive de histórias, porque ele está sempre olhando para fora do agora.

O passado é uma história daquilo que já existiu. E o futuro é uma história daquilo que você acredita que virá a ser.

O fato é que o que faz essas histórias felizes são as metas e as conquistas. Conquistas de valor percebidas no passado e conquistas de valor a serem conquistadas no futuro.

Portanto, quais são as suas metas para o futuro? Você já definiu suas metas de vida? Você já fez um planejamento de vida? Quais são as suas futuras conquistas?

Por outro lado, o que você já conquistou na vida? Você valoriza as suas conquistas? Você relembra aquilo de valor que conseguiu alcançar na vida?

Para satisfazer o seu eu projetivo, relembre as suas conquistas e crie metas e objetivos futuros.

2. Experiências

O eu projetivo, como eu disse anteriormente, vive de histórias.

E experiências nada mais são do que histórias.

Por isso, os estudos mostram que uma das melhores formas para você satisfazer o seu eu projetivo é viver experiências.

E uma das melhores maneiras para você viver experiências é viajar. As viagens são grandes experiências.

Por isso, viaje.

Quando foi a última viagem que você fez?

Se não puder viajar no momento, não importa, de alguma maneira, viva experiências novas.

Saia para passear, conheça lugares novos, desbrave locais que você sempre quis visitar, mas ainda não foi.

As experiências satisfazem o seu eu projetivo, porque estão ligadas com as histórias.

3. Significado

Outro fator fundamental para satisfazer o seu eu projetivo é viver uma vida com significado.

O que é viver uma vida com significado?

É viver uma vida em que você sente que pertence a algo que é maior e mais importante do que você.

Você pode encontrar significado de diversas formas, muitos encontram no trabalho, na família ou na religião.

Mas independentemente do que seja, viver com significado torna o seu eu projetivo muito mais feliz.

Qual é o seu propósito de vida? Qual é o significado da sua vida?

Por que você está aqui, fazendo o que você faz? Existe algo muito maior do que você mesmo, pelo qual você está lutando?

Enfim, por que a sua vida vale a pena ser vivida?

Satisfazendo os Dois “Eus’

A Maior Fonte da Felicidade Humana

Bem, até eu falei sobre as coisas que satisfazem cada um dos seus dois “eus”.

Mas será que existe algo capaz de satisfazer os nossos dois “eus” ao mesmo tempo?

Como fazer o nosso eu experiencial e o nosso eu projetivo, ao mesmo tempo, felizes?

Existe uma única variável capaz de fazer os nossos dois “eus” felizes.

É o grande segredo da felicidade.

Será que o grande segredo da felicidade é ter mais dinheiro, uma mansão, um carrão ou diplomas para pendurar na parede?

Não, na verdade não. E agora isso está provado.

Um estudo de Harvard sobre a felicidade, que começou em 1938, provou que a maior fonte da felicidade humana está ligada com os nossos relacionamentos.

Há mais de 80 anos, os pesquisadores entrevistaram 724 jovens garotos, desde que eram jovens adultos até as suas mortes, que viviam os mais diversos tipos de vidas, passando por estudantes de Harvard até meninos que moravam em casas sem água encanada.

As entrevistas aconteciam a cada dois anos e eram feitas na sala de estar na casa de cada participante.

Os pesquisadores analisavam os registros médicos, conversavam com os médicos, faziam tomografias, entrevistavam as esposas, falavam com os filhos e com os netos dos participantes.

Repetidamente, os pesquisadores perceberam que a felicidade, ou sua falta, na vida de todos os participantes do estudo, provinha de seus relacionamentos.

De forma geral, o grande fator determinante para a felicidade de uma pessoa, independentemente de onde ela veio ou quão bem-sucedida ela seja, é a qualidade dos relacionamentos dela.

Não é a quantidade de amigos que as pessoas têm no Instagram ou no WhatsApp, mas a qualidade e a profundidade dos relacionamentos mais próximos delas que as torna felizes.

Os pesquisadores de Harvard descobriram que as pessoas mais felizes do estudo não só estavam profundamente conectadas com sua família, amigos e comunidade, mas elas também viviam mais do que aqueles que não estavam.

As conexões sociais nos mantêm mais saudáveis, enquanto que a solidão é tóxica e nos mata aos poucos.

Na verdade, 70 estudos feitos no mundo inteiro, com aproximadamente 3 milhões e 400 mil participantes, descobriram que a solidão e o isolamento social estão associadas com mortes prematuras.

Além disso, constataram também que os homens que apresentavam o maior nível de satisfação nos seus relacionamentos, quando tinham 50 anos, eram os mais saudáveis, enquanto que aqueles que apresentavam baixo nível de satisfação em seus relacionamentos, na mesma idade, nem sequer chegavam aos 80 anos.

Portanto, se você quer se sentir mais feliz no dia a dia, não colecione amigos no Facebook, no Instagram ou no WhatsApp, mas crie laços profundos e reais de amizade com outras pessoas e conviva regularmente com elas.

Nada que é material pode preencher o vazio que, possivelmente, existe dentro de você. A única coisa que realmente pode fazer isso, tornando você verdadeiramente feliz, é a qualidade dos seus relacionamentos.

Relacionamentos próximos, importantes e profundos é o que realmente faz você sentir a verdadeira felicidade.

Por isso, coloque os seus relacionamentos em primeiro lugar.

Ame as pessoas que estão ao seu redor e trabalhe para desenvolver cada vez mais relações verdadeiras e profundas.

Dessa forma, o sucesso, o dinheiro, a realização, a saúde e a felicidade vão surgir naturalmente na sua vida.

Conclusão

Agora você descobriu, claramente, como se sentir mais feliz.

Você percebeu que ser feliz envolve atingir um equilíbrio, de modo que consiga satisfazer tanto o seu eu experiencial como o seu eu projetivo.

Você precisa olhar para o futuro, planejar metas e objetivos, olhar para o passado e perceber as suas conquistas, mas ao mesmo tempo viver o presente, o aqui e agora.

É importante que você viva experiências e, ao mesmo tempo, consiga se engajar nelas, entrando em estado de fluxo.

É fundamental que, ao mesmo tempo em que você vive uma vida com significado, você viva emoções positivas.

Por fim, mais importante do que tudo, é se rodear de pessoas que fazem bem para você, criando laços profundos e verdadeiros com outros seres humanos.

Se fizer tudo isso, com certeza, você se tornará uma pessoa muito mais feliz no dia a dia e na vida, de maneira geral.

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