Como Aumentar a Autoestima: 7 Atitudes Práticas Comprovadas

Não é fácil para alguém assumir que tinha ou tem a autoestima baixa. Os sentimentos de culpa, vergonha e impotência pessoal se mesclam com o medo do julgamento das outras pessoas.

Mas em um momento da minha vida, eu confesso que, já me senti um nada. Em uma dada época, a minha autoestima já esteve lá no chão.

E foi só por eu ter vencido esse problema que hoje eu consigo falar sobre isso publicamente. É só por eu ter elevado muito a minha autoestima e ser completamente autoconfiante e seguro que hoje eu falo a respeito deste tema.

Por isso, se você está passando pelo mesmo problema, eu posso ajudá-lo. Eu vou ajudá-lo a aumentar sua autoestima.

Caso você queira descobrir como aumentar a autoestima, continue lendo este artigo.

Porque, a partir de agora, eu vou abordar os seguintes tópicos:

  • O que é autoestima
  • Como a autoestima se desenvolve
  • Qual é o seu nível de autoestima
  • Como melhorar a autoestima

ATENÇÃO
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O Que é Autoestima?

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Segundo o dicionário, o que significa autoestima?

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Já para a psicologia, a autoestima é definida como uma avaliação subjetiva (ou seja, relativa ao espaço íntimo de um sujeito) que alguém faz sobre o próprio valor, podendo ser, em algum grau, negativa ou positiva.

Em 1892, William James, um dos pais da psicologia moderna, definiu o termo autoestima como “o conhecimento que o indivíduo tem de si próprio”.

A autoestima engloba crenças e emoções.

Por exemplo, crenças como “eu sou habilidoso” ou“eu não mereço” e emoções como orgulho ou vergonha.

Por Que Temos Baixa Autoestima?

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Para entender as razões pelas quais a autoestima se torna baixa, é preciso entender como a estima que você tem a respeito de si mesmo se formou.

A autoestima começa a ser formada ainda na infância, é fortalecida na adolescência e se firma na vida adulta, com base em como você foi tratado por todos, na relação estabelecida com os seus pais e em todas as experiências, positivas ou negativas, que você viveu.

Os primeiros anos de formação na sua vida foram decisivos para a formação da sua autoestima.

Se você cresceu em um ambiente amoroso, compreensivo, incentivador, amigável e respeitoso, a tendência é que a sua autoestima seja alta.

Por outro lado, se você viveu em um ambiente negativo, grosseiro e opressivo, provavelmente você desenvolveu uma baixa autoestima.

Quando você é criança, você não vê limites, você é altamente criativo e disruptivo. Só que o mundo começa a impor limites para você.

Por um lado, os limites que o mundo impõe para você são extremamente essenciais. Como quando você quer pular de um lugar muito alto e o seu pai diz que se você fizer isso, vai se machucar e pode até morrer.

No entanto, muitas vezes os limites que o mundo impõe para você são altamente negativos e fazem com que você diminua a sua autoestima.

Por exemplo, quando você fala para a sua mãe que você vai se tornar um astronauta e ela diz para você desistir da ideia porque você não vai conseguir de jeito nenhum.

E assim você começa a perder a crença nas próprias capacidades.

Se você era “o cara” ou “o nerd”, “a gostosa” ou “a gordinha” no colégio e na faculdade, as experiências positivas e negativas vivenciadas, provenientes desses rótulos, fortaleceram e desenvolveram ainda mais a sua autoestima.

Enfim, o fato é que, tudo o que você viveu influenciou muito a sua autoestima atual:

  • Traumas
  • Decepções
  • Bullying
  • Desprezo
  • Repressão
  • Violência física
  • Comparações
  • Preconceito
  • Abandono
  • Abuso sexual
  • Indiferença
  • Grosserias
  • Encorajamento
  • Incentivos
  • Elogios
  • Palavras de apoio

Portanto, se hoje você tem a autoestima baixa, saiba que a culpa não é sua. Porque essa situação foge do seu controle consciente, é inconsciente.

Você sofre por se considerar inferior, não acreditar em seu potencial, não enxergar a sua capacidade, não acreditar que é merecedor do melhor da vida.

Mas ser assim não foi uma escolha sua.

A cultura, a sociedade, os seus amigos, a sua família e o meio que você viveu fizeram com que você desenvolvesse a sua autoestima.

E se você viveu, na maior parte do tempo, experiências negativas, não há como ter crescido com uma autoestima elevada.

Mas a grande notícia é que, sim, é possível reverter o quadro de baixa autoestima, você pode se livrar dos problemas de autoestima e transformar em positiva a avaliação que você faz sobre o seu próprio valor.

Mas antes, vamos fazer um teste de autoestima?

Teste de Autoestima

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Antes de eu mostrar para você algumas dicas sobre como desenvolver uma autoestima positiva, eu quero fazer uma pergunta.

Será mesmo que a sua autoestima é baixa ou você está passando por um momento de baixa autoestima?

As circunstâncias atuais podem estar influenciando a sua autoestima.

Por exemplo, em função da alta cargo de trabalho você pode estar ganhando peso, convivendo menos com os bons amigos e sofrendo uma grande pressão por não conseguir entregar os resultados que espera de si mesmo.

Dessa forma, pela soma de todos os fatores, você começa a desenvolver uma autoimagem corporal negativa e a duvidar de si mesmo. As emoções negativas começam a frequentemente surgir na sua cabeça e a sua autoestima diminui.

Mas quando você sair dessa fase, a sua autoestima naturalmente volta ao normal.

Por outro lado, se a baixa autovalorização é uma regra, e não uma exceção, se a baixa autoestima não depende das suas circunstâncias atuais, ela pode ser um padrão que comanda a sua vida. Então é preciso alterar esse padrão negativo.

Morris Rosenberg, um sociologista que passou grande parte da vida estudando sobre a autoestima, desenvolveu na década de 1960 a Escala de Autoestima de Rosenberg, que se tornou amplamente utilizada nas ciências sociais.

Basicamente, a escala de Morris Rosenberg é baseada em 10 afirmações que mostram o quanto uma pessoa se valoriza.

Então, para fazer o teste de autoestima, responda as afirmações a seguir. Para cada uma das afirmações, você tem 4 possibilidades de resposta:

  1. Discordo completamente
  2. Discordo
  3. Concordo
  4. Concordo completamente

Responda cada uma das afirmações a seguir com base em uma dessas 4 possibilidades.

As afirmações são as seguintes:

  • Eu sinto que sou uma pessoa de valor, pelo menos tanto quanto os outros.
  • Eu sinto que tenho muitas qualidades positivas.
  • De modo geral, eu me sinto inclinado a pensar que sou um fracassado.
  • Eu sou capaz de fazer as coisas tão bem quanto a maioria das pessoas.
  • Eu sinto que não tenho muito do que me orgulhar.
  • Eu tenho uma atitude positiva em relação a mim mesmo.
  • De maneira geral, eu estou satisfeito comigo mesmo.
  • Eu gostaria de sentir mais respeito por mim mesmo.
  • Certamente, às vezes me sinto inútil.
  • Às vezes eu penso que não presto para nada.

Respondeu?

Se não respondeu, por favor, retorne para as afirmações e responda-as.

Para os itens 1, 2, 4, 6 e 7, a pontuação é a seguinte:

  • Discordo completamente = 1
  • Discordo = 2
  • Concordo = 3
  • Concordo completamente = 4

Para os itens 3, 5, 8, 9 e 10, a pontuação é a seguinte:

  • Discordo completamente = 4
  • Discordo = 3
  • Concordo = 2
  • Concordo completamente = 1

A pontuação da escala varia de 10 a 40, onde uma pontuação:

  1. Abaixo de 15 pontos indica uma baixa autoestima problemática.
  2. Entre 15 e 25 pontos indica uma autoestima saudável e equilibrada.
  3. Acima de 25 pontos indica uma autoestima alta e forte.

Então faça as somas e perceba qual é o seu nível de autoestima.

Só que não adianta dar respostas falsas para cada uma das afirmações, porque a única pessoa que você estará enganando é a si mesmo.

Como Melhorar a Autoestima?

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O fundador da psicologia humanista, Carl Rogers, fala o seguinte sobre autoestima:

Todo ser humano, sem exceção, pelo mero fato do ser, é digno do respeito incondicional dos demais e de si mesmo; merece estimar-se a si mesmo e que se lhe estime.

Eu vou mostrar como elevar a autoestima a partir de 7 atitudes.

1ª Atitude
Assuma o Compromisso

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O primeiro passo para aumentar a sua autoestima é você realmente se comprometer em evoluir. Porque a mudança só pode ser iniciada a partir de você.

Muitos aceitam sentir pena de si mesmos e aceitam viver com baixa autoestima. Eles não se comprometem em aumentar o juízo de valor que fazem de si mesmos.

Jean-Paul Sartre, que foi um filósofo e escritor francês, disse o seguinte:

Não importa o que fizeram com você, o que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.

Eleanor Roosevelt, ex-primeira-dama dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1940, falou o seguinte:

Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem o seu consentimento.

O fato é que ninguém é capaz de mudar você. As pessoas podem até ajudá-lo, como eu estou fazendo aqui. Mas se você não estiver comprometido, não adianta.

Portanto, antes de tudo, você deve se comprometer em aumentar a sua autoestima.

2ª Atitude
Mude Sua Aparência

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Um dos grandes fatores que fez com que eu aumentasse muito a minha autoestima foi mudar a minha aparência, e principalmente o meu corpo.

Mudar a sua aparência para melhor faz com que você mude a sua autoimagem. E quando você muda a sua autoimagem de forma positiva, você aumenta a sua autoestima.

E não necessariamente você precisa mudar o seu corpo drasticamente, qualquer mudança mínima pode elevar a sua autoestima.

Inclusive, mesmo que você não consiga mudar o seu corpo radicalmente, apenas por começar a praticar exercícios físicos e cuidar da alimentação você vai aumentar a sua autoestima.

Isso ocorre porque, primeiro, quando pratica exercícios físicos você libera hormônios da felicidade no seu corpo. E segundo porque você mostra para si mesmo que valoriza a si próprio pois está se empenhando, reservando tempo e energia para cuidar de si próprio.

Além disso, você pode começar a se vestir como alguém que tenha confiança, mesmo que no momento você não sinta tanta confiança assim.

Compre roupas que façam com que você se sinta confiante. Compre novos acessórios, como relógio, óculos escuros, perfumes e o que for preciso para fazer com que você se sinta bem consigo mesmo.

3ª Atitude
Modifique Sua História

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Você tem uma história de vida. De fato, você tem uma história de vida. É uma narrativa que você criou sobre si mesmo que molda a sua autopercepção e consequentemente a sua autoestima.

Mas você sabe o que acontece? Quem criou essa história foi você mesmo. Ela só existe dentro da sua cabeça.

Todos os eventos, sentimentos, experiências e os anos de vida que você viveu até aqui fizeram com que você criasse uma história e uma identidade.

Se a sua autoestima é baixa, você criou uma história e identidade de que você é incapaz, inferior, de que você não consegue fazer as coisas.

Só que você sabe qual é a grande verdade? Isso é besteira. É uma grande besteira.

Essa historinha dramática foi criada por você, somente por você. Por isso, criar outra história, uma história que fará com que você crie outra identidade pode ser criada.

Mas apenas você pode criar uma nova história.

Além disso, quando muda a sua história você muda as suas crenças. E quando cria crenças fortalecedoras você recupera a sua autoestima.

Afinal, por muitos anos você pode ter sido bombardeado com mensagens do tipo “você não pode”. E quanto mais cria crenças de que “você pode”, mais você passa a acreditar em si mesmo e mais autoestima positiva desenvolve.

Para mudar a sua história é preciso entender de onde ela surgiu e quais são as mensagens que você diz para si mesmo.

Portanto esteja atento ao seu diálogo interno. Perceba o que você vem falando para si mesmo continuamente.

Você pode estar repetindo em uma base diária e consistente várias mensagens negativas em relação a si mesmo. Mensagens como, por exemplo, “eu sou um idiota”, ”eu só faço cagada”, “eu não nasci para isso”, “eu nunca vou conseguir”.

E você faz isso com tanta frequência que passou a acreditar nessas frases, elas se tornaram parte de você, da sua história, identidade e personalidade.

O que você precisa fazer é parar de repetir esses pensamentos para si mesmo.

Uma grande maneira de fazer isso é trocar os seus pensamentos negativos por positivos através de autoafirmações. Se você não acredita nisso, experimente. Eu também não acreditava.

Mas experimente, faça o teste e tire suas próprias conclusões. Dê o benefício da dúvida para o que muitas vezes pode ser chamado de autoajuda barata.

Passe a fazer afirmações positivas sobre si mesmo todos os dias. Isso vai muito além de autoajuda barata. O fato é que a repetição cria novos padrões cerebrais que rompem com os antigos padrões que geram baixa autoestima.

4ª Atitude
Reveja Sua Postura

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Os seus pensamentos e crenças influenciam a sua postura. Quando você tem autoestima baixa, a tendência é que você tenha uma postura negativa, típica de quem tem baixa autoestima.

Você pode andar curvado, com o peito relaxado, ombros caídos, olhar vago e direcionado para o chão. E muitas vezes você nem percebe que tem essa postura.

Só que o contrário também é verdadeiro. Ao mudar a sua postura, é possível mudar os seus pensamentos, crenças e consequentemente a sua autoestima.

Então passe a andar como alguém confiante, mesmo que você não se sinta confiante.

Ande com o peito estufado, olhando para cima, para o horizonte, com os ombros firmes.

5ª Atitude
Leia Livros

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Muitas das suas crenças são baseadas no conhecimento que você adquire ao longo da vida, seja ele teórico ou empírico.

O fato é que conhecimento muda a sua cabeça. E quando você muda a sua cabeça para melhor, você aumenta a sua autoestima.

Outro grande motivo que me fez aumentar drasticamente a minha autoestima foi a leitura de livros de desenvolvimento pessoal.

Uma sugestão é ler o meu livro digital, o livro As 7 Poderosas Crenças Para Viver Uma Vida Sem Limites, que você pode baixar clicando aqui.

Os livros de desenvolvimento pessoal sempre possuem uma abordagem positiva em relação à vida, sempre enfocam nas habilidades e capacidades que você pode aprender para ter sucesso na vida.

Os livros de desenvolvimento pessoal mudam a sua vida porque eles mostram tudo o que você é capaz de realizar, e isso aumenta muito a sua autoconfiança.

Isso aconteceu comigo e com milhões e milhões de pessoas ao redor do mundo.

Então, se você ainda não lê livros de desenvolvimento pessoal, comece a ler ainda hoje. É só baixar o meu livro, é de graça.

6ª Atitude
Mude Seus Relacionamentos

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As pessoas com quem você mais convive, certamente, influenciam a sua autoestima.

Sabe por quê?

Porque elas influenciam os seus pensamentos e crenças. Elas influenciam a sua autoimagem, a imagem que você tem de si mesmo. E a sua autoimagem influencia a sua autoestima.

Se você anda com pessoas negativas, estressadas, pessimistas, você se torna igual a elas. Você começa a acreditar no que elas acreditam. E como elas não acreditam que podem realizar muita coisa, você passa a pensar da mesma forma, você se torna um pessimista com baixa autoestima.

Então você precisa perceber quais são as pessoas que o induzem a ter baixa autoestima e se afastar delas.

Mude as pessoas da sua vida. Passe a conviver com pessoas com autoestima elevada. Pessoas confiantes, seguras, que creem em suas capacidades.

Cerque-se de um esquadrão de grandes pessoas.

7ª Atitude
Procure um Profissional

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Pode ser que o seu problema de baixa autoestima tenha causas profundamente enraizadas dentro do seu inconsciente.

Muitas pessoas não conseguem aumentar a autoestima de jeito nenhum porque elas não conhecem as ferramentas necessárias para acessar e tratar os problemas em suas mentes.

É nessa hora que elas precisam procurar uma ajuda profissional de um psicólogo. Se você acredita que as causas da sua baixa autoestima são muito profundas, porque você sofreu graves traumas na vida, não hesite em procurar ajuda.

Seja honesto e verdadeiro consigo mesmo. Procure auxílio psicoterapêutico. Ninguém precisa de um psicólogo, todo mundo merece.

E vale ressaltar que eu não sou psicólogo, mas acredito no poder do tratamento deste profissional.

Conclusão

A autoestima, ou seja, a percepção de valor que você tem a respeito de si próprio, foi desenvolvida desde a sua infância até a sua vida adulta.

Mas mesmo que ela tenha sido moldada negativamente e você apresente um baixo de nível de autoestima, é possível aumentar a estima que tem você de si mesmo.

A partir do teste de autoestima descrito você consegue identificar qual é o seu nível de autoestima, e assim entende qual é a sua situação.

Em um momento da vida eu sofri com baixa autoestima, mas consegui conscientemente, e de maneira prática, aumentar muito a minha autoestima, por isso eu afirmo que tudo o que foi descrito para aumentar a autoestima funciona.

Pode ser que, em função de muitos traumas e experiências negativas passadas, a sua autoestima só consiga ser elevada junto com a ajuda de um profissional.

Mas isso não o exime da responsabilidade de decidir aumentar a sua autoestima. Só depende de você, exclusivamente de você.

Pare de sentir pena de si mesmo, pare de se sentir inferiorizado, pare de pensar que você é menor que outras pessoas. Porque você não é.

Ou você toma a decisão de aumentar a sua autoestima e viver a vida que você merece viver, ou você vai passar a vida inteira sofrendo, se sentindo inferior.

A vida é sua. A escolha é sua.

Um dia eu tomei a minha decisão.

E você, qual decisão você vai tomar?

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Sobre o autor

Rafael da Luz

Não existem limites, existe conhecimento. Você se torna capaz de alcançar qualquer sonho na vida quando aprende a se desenvolver como ser humano. O desenvolvimento pessoal é o caminho para que você realize tudo o que mais deseja na vida. Por isso, engrandeça.

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